Cheguei à beira da calçada e esperava o bonequinho do semáforo esverdear. Parou à minha frente uma mocinha com o infinito tatuado no tríceps direito. O porquê do infinito e porque no tríceps acho que nunca saberei. Também não quis saber. Não interpelei e me dei o direito ao encanto da dúvida à decepção da verdade.
domingo, 21 de agosto de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Shabat a todos!!!
Os ventos da mudança sopraram novamente e minha nau avançou mais um pouco.
Nessa mudança de atuação, em uma nova empresa, consegui uns dois dias sabáticos. Tempo de rever minhas metas, meditar um pouco, pensar na vida.... Aquele momento gostoso em que ninguém está em casa (e não é só porque o controle remoto fica comigo) e se pode ver as coisas à distância. Dedicar uns momentos à leitura, à música, ver TV, em plena terça-feira gorda. Ir ao dentista com o Davi, ir conversar com suas professoras e ouvir seus elogios ao meu rebento, andar na rua, ver e olhar um pouco da cidade em que vivo.
Ás vezes me espremo entre um dia e outro, entre uma atividade e outra, e a arte vai escapando pelos dedos ocupados em teclar. E tudo vai silenciosamente surrupiando nosso tempo e mais importante nosso prazer. O violão dá uma empoeirada e com ele meu coração também se vai.
Mas não vivo só. Vivo com uma família extraordinária com a qual troco sentimentos diariamente e isso me alimenta e é semente diária. Essas sementes sempre frutificam. Em momentos nos quais é preciso sensibilidade para percebê-los.
O Davi desde pequeno nos acompanha nas baladas. Lembro-me de uma festinha na casa do Jales no São Mateus, tarde da noite, uma rodinha de violão na sala do apartamento, e o Davi no carrinho de bebê. E claro, sempre rolava uns roquinhos nacionais que a gente tirava de uma pasta de plástico com músicas, pasta essa que hoje está desmanchando. Está desmanchando mas ainda presta para tocar alguma coisa. Nessa pasta tem Eduardo e Mônica do Legião, que o Davi adora. E tocando com ele outro dia vi que ele não conhece com o Legião! Ele só ouviu com a gente nas rodinhas. O que ele lembra é que é “daquele cara de voz grossa”. Então outro dia me vi mostrando para ele um pouco de Legião no violão. Olha, tocar Tempo Perdido para o Davi vale uma vida!
Saúde e prosperidade!!!
Nessa mudança de atuação, em uma nova empresa, consegui uns dois dias sabáticos. Tempo de rever minhas metas, meditar um pouco, pensar na vida.... Aquele momento gostoso em que ninguém está em casa (e não é só porque o controle remoto fica comigo) e se pode ver as coisas à distância. Dedicar uns momentos à leitura, à música, ver TV, em plena terça-feira gorda. Ir ao dentista com o Davi, ir conversar com suas professoras e ouvir seus elogios ao meu rebento, andar na rua, ver e olhar um pouco da cidade em que vivo.
Ás vezes me espremo entre um dia e outro, entre uma atividade e outra, e a arte vai escapando pelos dedos ocupados em teclar. E tudo vai silenciosamente surrupiando nosso tempo e mais importante nosso prazer. O violão dá uma empoeirada e com ele meu coração também se vai.
Mas não vivo só. Vivo com uma família extraordinária com a qual troco sentimentos diariamente e isso me alimenta e é semente diária. Essas sementes sempre frutificam. Em momentos nos quais é preciso sensibilidade para percebê-los.
O Davi desde pequeno nos acompanha nas baladas. Lembro-me de uma festinha na casa do Jales no São Mateus, tarde da noite, uma rodinha de violão na sala do apartamento, e o Davi no carrinho de bebê. E claro, sempre rolava uns roquinhos nacionais que a gente tirava de uma pasta de plástico com músicas, pasta essa que hoje está desmanchando. Está desmanchando mas ainda presta para tocar alguma coisa. Nessa pasta tem Eduardo e Mônica do Legião, que o Davi adora. E tocando com ele outro dia vi que ele não conhece com o Legião! Ele só ouviu com a gente nas rodinhas. O que ele lembra é que é “daquele cara de voz grossa”. Então outro dia me vi mostrando para ele um pouco de Legião no violão. Olha, tocar Tempo Perdido para o Davi vale uma vida!
Saúde e prosperidade!!!
domingo, 15 de maio de 2011
O que é Cloud Computing
Computação nas nuvens (cloud computing) é um novo modelo de computação totalmente baseado na internet e com características próprias de comercialização e disponibilidade. Neste novo modelo os programas que nós utilizamos, os dados que nós armazenamos e até o processamento necessário para executar esses programas, não estarão mais em nosso computador. Tudo isso estará em um computador chamado de servidor, em algum lugar no mundo. O único requisito para executar um programa que está nas nuvens é ter acesso a um computador com um navegador (Internet Explorer, Chrome, Firefox) e uma conexão à internet. A partir daí fazemos um login com usuário e senha e começamos a utilizar nossos programas e acessar nossos dados.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Minas no Financial Times
Sempre soube que nóis tava fazendo o negócio certim!
Fundação Dom Cabral sobe em ranking do 'FT' de melhores escolas de negócios do mundo
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2011/05/09/fundacao-dom-cabral-sobe-em-ranking-do-ft-de-melhores-escolas-de-negocios-do-mundo.jhtm
Fundação Dom Cabral sobe em ranking do 'FT' de melhores escolas de negócios do mundo
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2011/05/09/fundacao-dom-cabral-sobe-em-ranking-do-ft-de-melhores-escolas-de-negocios-do-mundo.jhtm
sábado, 9 de abril de 2011
Nova certificação PMI
O PMI anunciou em fevereiro o lançamento de uma nova certificação. Trata-se da certificação PMI-Agile, que ainda não tem um nome oficial, mas que será anunciado até o final do ano. Por enquanto o que foi divulgado é somente um roteiro da certificação para este ano. Em abril sai o conteúdo para a prova de certificação, em maio pode-se submeter a elegibilidade e no terceiro quadrimestre serão as primeiras provas. Essa certificação vem se juntar à família das cinco já existentes: PMP, CAPM, PgMP, PMI-SP e PMI-RMP.
sábado, 12 de março de 2011
Gerência de Riscos. Lidando com a desgraceira!
Tenho um conhecido que há alguns anos atrás mantinha dois carros populares. Ele dizia que “quem tem dois, tem um, quem tem um, não tem nenhum”.
Na Gerência de Projetos essa é uma maneira válida de gerenciar os riscos. É claro que tudo deve ser adaptado à natureza do projeto. E aqui cabe uma observação: quando se diz que o PMBoK é burocrático e de difícil aplicabilidade, manifesta-se aí um desconhecimento do assunto. O PMBoK, assim como a ITIL não é prescritivo, ou seja, tudo pode mas nada deve. O que se vê ali são sugestões de melhores práticas para a gestão de nossos projetos. Utilizamos os processos e áreas de conhecimento que mais necessitamos no projeto em questão. Projetos críticos, por exemplo, podem exigir uma gerência de riscos mais apurada, demandando a utilização de processos de riscos mais intensa. Quem sabe até em alguns momentos, duplicar os recursos de transporte, como fazia esse meu amigo.
Na Gerência de Projetos essa é uma maneira válida de gerenciar os riscos. É claro que tudo deve ser adaptado à natureza do projeto. E aqui cabe uma observação: quando se diz que o PMBoK é burocrático e de difícil aplicabilidade, manifesta-se aí um desconhecimento do assunto. O PMBoK, assim como a ITIL não é prescritivo, ou seja, tudo pode mas nada deve. O que se vê ali são sugestões de melhores práticas para a gestão de nossos projetos. Utilizamos os processos e áreas de conhecimento que mais necessitamos no projeto em questão. Projetos críticos, por exemplo, podem exigir uma gerência de riscos mais apurada, demandando a utilização de processos de riscos mais intensa. Quem sabe até em alguns momentos, duplicar os recursos de transporte, como fazia esse meu amigo.
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